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Agosto/2019
 Rio de Janeiro, 15 de Agosto de 2019

www.eleadigital.com

Investimento Elea Digital - Holding de Data Center

 

A Piemonte Holding, através do veículo Titan Venture Capita e Alteredo Gonçalves, CEO e sócio da GBT se associaram para replicar em escala o modelo bem sucedido do Data Center GBT, o segundo maior do Brasil dedicado ao setor financeiro. O Sr. Alteredo Gonçalves é o CEO da GBT desde o startup, conseguindo realizar com sucesso mais de R$400 milhões (nominais) de obra de missão crítica, atendendo com excelência um cliente complexo como a Caixa Econômica Federal (CEF), repagando por inteiro a dívida estrutural e gerindo uma empresa com margem operacional acima do mercado.

A Piemonte Holding é uma instituição financeira, que atua como gestora de recursos próprios, administração de empresas e fundos de investimentos que pode alavancar recursos significativos e sofisticação no projeto.

A rentabilidade da GBT está entre as melhores do setor, inclusive considerando líderes globais. Para os novos ativos em pipeline o target operacional é manter uma estrutura semelhante com a mesma performance operacional. O contrato de colocation, ao qual garante a receita e a estrutura de custo, é válido por mais 12 + 15 anos (27), oriundos dos dois contratos com o Banco do Brasil e com a CEF.

A eficiência na gestão da Elea é garantida pelo track record operacional do Sr. Alteredo Gonçalves, agora sócio administrador da Elea Digital. O prazo para entrega de novos data centers varia entre 12 e 18 meses e a alavancagem atual do grupo Elea é abaixo de 1.2x o EBITDA, enquanto a média do setor equivale a 4x o EBITDA, ou mais. Junto com o poder financeiro da Titan Venture Capital, veículo de private equity da Piemonte, existe uma grande capacidade imediata de investimentos em novos projetos.

Dezembro/2019
 Rio de Janeiro, 16 de dezembro de 2019

 www.piemonteholding.com

Piemonte SmartBond, primeira debênture 100% transacionada dentro da tecnologia blockchain na América Latina, levanta R$ 66 milhões com cinco investidores

A Piemonte Holding, uma instituição financeira carioca, se tornou hoje a primeira na América Latina a emitir, alocar, gerenciar e transferir uma debênture privada, a Piemonte SmartBond, inteiramente através da tecnologia blockchain, dentro do conceito distributed ledger (registro distribuído).

Após emitir uma debênture privada de R$ 66 milhões em 440 títulos de R$ 150 mil cada, totalmente subscrita por cinco investidores em uma transação 100% digital, a Piemonte Holding finalizou hoje o processo de transferência de tiítulos entre os investidores, dentro de uma wallet. Assim, a empresa confirmou que a tecnologia desenvolvida permite, efetivamente, a transação secundária de ativos dentro da blockchain.

Com este lançamento, a Piemonte Holding assume um estratégico papel proativo no desenvolvimento e na implementação de novas tecnologias do setor financeiro, especialmente em um mercado como o brasileiro, que pode se beneficiar de acesso mais democratizado a capitais, com transparência, liquidez, segurança e, sobretudo, compliance.

Até então, o Banco Mundial, na Austrália, o Société Genérale, na França, e o Santander, na Espanha, tinham sido as únicas instituições financeiras no mundo a negociar ativos por meio desta nova tecnologia, que é mais transparente e eficiente em termos de custo.

“O blockchain permite a desburocratização do mercado de capitais, fazendo com que os investidores tenham mais facilidade de acesso a ativos financeiros, em um ambiente controlado, seguro e baseado em regras rígidas, ditadas pela legislação em vigor no Brasil. Desburocratização não significa menos regras, ao contrário, esta tecnologia permite mais aderência às regras em vigor através da simplificação tecnológica. Menos papel, menos custos, mais transparência e mais liquidez”, afirma Alessandro Lombardi, fundador e CEO da Piemonte Holding.

Para este projeto inovador, a Piemonte Holding se associou è fintech americana Horizon Globex, que é líder mundial no desenvolvimento de soluções tecnológicas para mercado de capitais, participando com a FINRA, agência reguladora do mercado financeiro americano, do processo de criação do sistema legislativo que, em 2020, deverá regular o primeiro mercado de títulos digitais naquele país, processo liderado pela NASDAQ.

A Globex foi a primeira empresa a realizar, em parceria com o NASDAQ, o primeiro private placement acionário 100% em tecnologia blockchain, em compliance com a FINRA.

Para Brian Collins, CEO da Horizon Globex, a cultura de inovação existente na Piemonte Holding foi fundamental para que a empresa carioca se tornasse pioneira na emissão de critpoativos na América Latina: “A vantagem da Piemonte certamente está na sua agilidade, em comparação com os bancos muito maiores do Brasil. No entanto, ser ágil é apenas uma parte do quebra-cabeça. Uma instituição precisa de uma cultura de inovação, e seus funcionários devem compartilhar o apetite para obter sucesso. É aqui que Piemonte realmente brilha. Eles estão adotando a tecnologia blockchain e aplicando-a ao seu conhecimento interno de produtos e serviços financeiros que os brasileiros desejam”.

Depois de definido que o modelo a ser implementado deveria ser, ao menos, adequado ao standard em vigor nos Estados Unidos - mercado exemplar quanto a compliance e transparência - a Piemonte Holding adaptou a tecnologia existente à legislação brasileira, identificando o ativo financeiro mais adequado à utilização deste novo modelo de transação: uma debênture privada, esperando que Banco Central a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) possam regular e permitir uma transação parecida com ativos de mercado.

Security Token

Em termos técnicos, a debênture emitida pela Piemonte se tornou uma criptobond, um ativo criptografado dentro de um protocolo de segurança (blockchain). Debêntures, por sua natureza financeira, são consideradas securities (títulos), ou um simplesmente um ativo negociável. Também são consideradas “securities” no mercado financeiro: obrigações, débitos, ações, opções, garantias e até mesmo imóveis.

Security é uma forma de investimento comum, usado principalmente por grandes companhias e governos para se capitalizar. Quem investe em securities recebe dividendos, taxas geradas por juros ou parte do lucro da companhia ou projeto. Quando todo esse procedimento é feito através de uma blockchain, com o uso de um token criptográfico, a security passa a ser chamada de security token, ou cripto security. Em termos simples, uma security token é um título criptográfico comprado por investidores e que que paga os dividendos, divide lucros ou paga juros para estes mesmos investidores no futuro.

Entre as vantagens das securities tokens está, justamente, a segurança. Toda negociação liderada pela Piemonte Holding foi realizada dentro de um smart contract (contrato inteligente), um software único, criado especificamente para este fim, e alocado na cadeia blockchain por meio da tecnologia ERC-20, um protocolo da tecnologia Ethereum - uma plataforma global de desenvolvimento de serviços estandardizados.

Os smart contracts, tambe?m chamados de dApps, vão sempre funcionar exatamente como foram programados, sem nenhuma possibilidade de interrupção, censura, fraude,interferência ou mediações de terceiros.

Para ser considerado um contrato inteligente, é preciso que o dApp tenha em seu código: as partes envolvidas no negócio (pelo menos duas); as regras do acordo; os benefícios; as obrigações; as consequências do não cumprimento das regras, e as penalidades. Só que, em vez de tudo isso ser escrito de forma jurídica, tais parâmetros vão para o contrato inteligente escritos na linguagem de programação. Assim, ele será executado por um computador. Outro detalhe importante envolvendo os smart contracts é que eles geram uma chave criptográfica privada (private key), o que possibilita a interação com um código escrito em uma blockchain.

Assim, os cinco investidores que subscreveram os 440 títulos da debênture emitida pela Piemonte Holding estão alocados em uma wallet (carteira) criada por smart contract e inserida em um “mercado privado” protegido pela tecnologia blockchain. Toda e qualquer transação que ocorre dentro desta wallet fica registrada na rede, inclusive as subscrições primária e secundária da primeira criptobond da América Latina.

Esta é a segunda vez que a Piemonte Holding se capitaliza emitindo debêntures para o mercado. A primeira vez foi em 2017, quando a companhia ofereceu R$ 33 milhões em 220 títulos de R$ 150 mil cada. Na ocasião, todo processo foi realizado de maneira tradicional, com papéis.

Sobre a Piemonte Holding

Fundada em 2012, no Rio de Janeiro, a Piemonte Holding é uma sólida instituição financeira independente e global, um investidor qualificado no mercado de capitais, capacitada para realizar a gestão e a administração de fundos e outros ativos financeiros em ambiente regulamentado no Brasil, nos Estados Unidos e em outras jurisdições.

Atuando dentro do inovador conceito Glocal, em que combina as peculiaridades regionais com a cultura e os valores derivados das melhores práticas de investimento do mercado global, a Piemonte Holding oferece para seus clientes e investidores uma gama de serviços e produtos customizados, nos segmentos de administração, desenvolvimento e gestão de ativos e consultoria financeira estratégica, incluindo “Fusões e Aquisições”, “Due diligence” e “Valuation”.

Março/2020
Rio de Janeiro, 8 de abril de 2020

 

Piemonte Holding anuncia fusão com a fintech Vertentis e fundação da Piemonte Segurança Digital

Investimento vai garantir soluções em cybersecurity e proteger redes neste momento de pandemia

 

A pandemia de coronavírus provocou mudanças radicais nas dinâmicas de trabalho e nas relações entre empresas e funcionários. A adoção de medidas extremas de isolamento social moveu, de uma hora para outra, um enorme contingente de pessoas para o home office, abrindo espaço para o crescimento de ataques de hackers. O problema pode causar danos irreparáveis a empresas e vem gerando uma corrida em busca de soluções que possam evitar os ataques de hackers e o roubo de informações.

No Brasil, a Piemonte Holding, empresa responsável pela idealização e pelo lançamento do primeiro ativo financeiro nacional totalmente criado na tecnologia blockchain, também sai na frente no desenvolvimento de soluções de cybersecurity para o mercado, se consolidando como a mais inovadora instituição financeira do país.

A empresa acaba de anunciar a fundação da Piemonte Segurança Digital, fruto da fusão com a Vertentis, fintech fundada em 2012 e voltada para o desenvolvimento de soluções de segurança digital e de trading robotizado para o mercado de capitais.

Com a fusão das operações, Rodrigo Moura Fernandes, fundador da Vertentis, se torna Chief Technology Officer (CTO) da holding, além de assumir o cargo de CEO da Piemonte Segurança Digital.

A Piemonte Segurança Digital surge em um contexto no qual o Banco Central Europeu já emitiu um alerta mundial advertindo que o aumento do uso de conexões caseiras para acessar dados protegidos é um risco para as empresas.  Relatório do Conselho Europeu de Risco Sistêmico (ESRB) estima o custo global de ataques cibernéticos em até US$ 654 bilhões (R$ 3,4 trilhões).

Para Alessandro Lombardi, CEO da Piemonte Holding, o momento exige ações rápidas: “Com a vinda repentina do home office no país, a maioria das empresas é virtualmente vulnerável até pelos hackers menos sofisticados. O warning do Banco Central Europeu não somente é válido para as instituições financeiras, mas para a comunidade econômica como um todo”.  

E a Piemonte já está trabalhando nesse sentido: "Estamos querendo resolver este problema mirando um software proprietário, do tipo “orchestrador”, através de VPN, que permite a transmissão em rede privada e o armazenamento de dados de forma segura, criptografada e, principalmente, com rapidez”, conclui Alessandro.

 

Proteção de informações

 

A Piemonte Holding reforça, com esse passo, seu compromisso de garantir segurança, transparência e compliance na prestação de serviços financeiros a seus clientes, permitindo que eles enfrentem momentos críticos, como o vivido com a pandemia de COVID-19, com integridade e segurança dos dados proprietários, garantindo a continuidade dos negócios e da força de trabalho ao proteger as informações empresariais.

Graduado em Engenharia Elétrica (Sistemas de Controle) pela PUC-RJ, pós-graduado em Ciência de Dados (PUC-RJ) e certificado em Gerenciamento de Riscos em Segurança Cibernética pela Universidade de Harvard, Rodrigo Moura Fernandes frequentou o Instituto SANS (referência mundial em treinamento de segurança da informação) por quatro anos e tem sólida atuação no mercado financeiro, tendo ocupado cargos de confiança em empresas como XP Investimentos, Banco Opportunity e Piraquê Alimentos.

Além de referência em segurança digital, especialmente na prevenção de cyberataques, Rodrigo Moura Fernandes tem vasta experiência na arquitetura de softwares e na gestão de equipes de desenvolvimento. Ele liderou a criação de alguns dos mais inovadores e exclusivos softwares de negociação de alta frequência do mercado de capitais brasileiro, bem como de segurança das redes de corretoras hoje entre as mais renomadas e conhecidas no país, além de ter atuado como consultor e palestrante convidado em eventos no Brasil e nos Estados Unidos.

Alessandro Lombardi, CEO da Piemonte Holding, afirma que a fusão com a Vertentis e subsequente fundação da Piemonte Segurança Digital é mais um movimento estratégico da empresa rumo a participação proativa na digitalização dos serviços financeiros no Brasil, ainda mais num momento como o que o mundo vive: “Iniciamos nossa virada estratégica abraçando a economia digital em 2018: nunca poderíamos esperar que, no início de 2020, nossos produtos e serviços já se tornariam essenciais para a comunidade econômica”.

Ele explica que a crise pandêmica apressou uma transformação digital que seria demorada e complexa, com a adoção em massa do home office, na maioria das vezes, sem planejamento e aprendizado de segurança cibernética, condições necessárias para implementar o smart working. “A integridade e a segurança da comunicação digital, num ambiente onde é obrigatório trabalhar de casa, se tornou uma característica essencial de qualquer negócio. Nossos dados devem ser protegidos e armazenados de forma criteriosa”, conclui Lombardi.

Fernandes afirma que, na sua experiência de prevenção a ataques digitais, aprendeu a pensar como os hackers e, com isso, perceber falhas que não são normalmente aparentes. “A fusão entre Vertentis e Piemonte, e a criação da Piemonte Segurança Digital, que eram um plano de negócios, se transformaram quase em uma obrigação social: proteger as empresas é algo fundamental, essencial nos dias de hoje”.

A criação da Piemonte Segurança Digital reforça também a vocação da holding para a gestão de dados. Em 2019, por meio da Elea Digital, a empresa se tornou a maior acionista do GBT, maior complexo de data center brasileiro, sediado em Brasília e totalmente voltado para serviços financeiros. O setor também está vivendo um momento diferenciado por conta da pandemia de coronavírus, com aumento de 50% em suas atividades visto que mais pessoas estão precisando acessar serviços financeiros e bancários sem sair de casa.

 

Sobre a Piemonte Holding (www.piemonteholding.com)

Fundada em 2012, no Rio de Janeiro, a Piemonte Holding é uma instituição financeira independente e global com ativos superiores a R$ 100 milhões. É um investidor qualificado no mercado de capitais, apto a realizar gestão e administração de fundos e outros ativos financeiros em ambiente regulamentado ou não, no Brasil, nos Estados Unidos e em outras jurisdições, como reestruturação de dívidas, fusões e aquisições, captação de recursos, investigação financeira e administração e gestão de ativos. 

A partir de 2018, a Piemonte Holding começou a investir na sua própria transformação digital com o investimento proprietário na Elea Digital, holding de data centers e maior acionista da GBT, maior empresa de data centers do Brasil inteiramente dedicada aos serviços financeiros. Em 2020, a Elea iniciou sua expansão com o investimento em Fortaleza, Ceará, o maior hub de fibra óptica das Américas. (www.eleadigital.com). 

A Piemonte também foi pioneira na emissão do “Piemonte Smart Bond”, primeira debênture da América Latina emitida usando a tecnologia blockchain, operação anteriormente realizada somente por Societé Generale e Santander, na Europa, e pelo o Banco Mundial, na Austrália. (www.piemontetrading.com).

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